Nosso casamento é feito de amor, fé e pessoas especiais como você. 🤍
Estamos vivendo um momento único e preparamos este espaço com muito carinho para compartilhar cada detalhe com quem faz parte da nossa história.
Gui e Duda
nossa história
🤍 A nossa história começou antes de começar. Em 2016, numa festa de fim de ano em um sítio, em Salesópolis, o Gui viu a Duda. Ela não viu o Gui. E, ainda assim, alguma coisa ficou — como se Deus tivesse deixado uma linha esticada entre dois pontos que só se encontrariam mais tarde.
O tempo correu. O Gui foi para a Itália, voltou. A Duda se preparando para entrar na faculdade, mas seguia em Salesópolis. Até que 2020 o mundo parou. No silêncio da pandemia, o Gui — que nem tinha Instagram — criou uma conta, achou a Duda, pediu para seguir. Começou reagindo aos stories… do cachorro. (Quem conhece, sabe: o cachorro é uma figura.) Da reação para a conversa, da conversa para o convite para saírem: com tudo fechado, eles saíam para dirigir por Salesópolis, pelo Pinheirinho, descobrindo que, mesmo muito diferentes, tinham um coração parecido: família, simplicidade e fé.
Vieram os finais de semana repetidos, um depois do outro, como se a rotina já quisesse ser “nossa”. O Gui, que não é dos mais aventureiros para comer, aceitava comida japonesa por ela — e ela pedia pizza por ele (o que ela aprendeu a amar). A pizza virou símbolo: teve pizza para se conhecer, pizza para juntar família, pizza para chamar de casa. No meio disso tudo, o acaso deu o ar da graça: depois de um passeio de bicicleta, o Gui conheceu o pai da Duda na porta de casa — de surpresa, com o nervosismo de quem quer muito acertar.
O namoro, mesmo antes de ser “oficial”, já morava ali. Mas o pedido veio bonito e simples, no lugar de sempre: 1º de maio de 2021, na sítio dos pais dela, com uma pedrinha amarela do chão servindo de aliança provisória. Era sobre dizer “vamos juntos” do jeito que eles gostam: sem espetáculo, mas com verdade.
Eles são contraste que soma. O Gui é o tímido, mais racional, de exatas; do tipo que de manhã assiste vídeos sobre o Império Romano . A Duda é a fala que puxa conversa, a risada fácil, a emoção, o sertanejo, as séries, o esmalte recém-feito. A graça é que um aprendeu a olhar o mundo pelos olhos do outro. Vieram almoços em família na roça, muita massa caseira com os primos, a vida indo e vindo de São Paulo, mas sempre com as raízes fincadas em Salesópolis.
Quando o Gui propôs uma viagem de aniversário para a Itália, havia um plano dentro do plano. Antes de embarcarem, ele passou na roça, pediu a bênção aos pais dela — olho no olho, coração na mão.
Em Turim na Itália , no Monte dei Cappuccini, saindo de uma igreja (a fé sempre foi base), o pedido de casamento aconteceu. O destino apontou o lugar certo. Naquele primeiro dia, andaram a cidade inteira — uns 19 km — falando do futuro como quem já o habita. No dia seguinte, em Milão, a vida tratou de dar o tom engraçado de sempre de quem convive com a Duda: patinete, tropeço, quase um risco no anel. Riram. E seguiram.
De lá para cá, ficaram noivos, ganharam um afilhado de batismo (o primeiro compromisso diante de Deus como casal), e continuam sonhando alto: conhecer o mundo, ter filhos, cuidar dos seus e dos do outro. O cotidiano, para eles, é lugar de alegria — viver junto é prazer, parceria, mão que segura a outra quando um é pura emoção e o outro, chão.
A pandemia deixou marcas e saudades — eles perderam pessoas queridas —, mas também trouxe o maior significado das suas vidas: um ao outro. E agora vem o passo que dá nome a tudo: 30 de maio de 2026, no mês em que tudo começou, o casamento, na igreja que é quase um álbum de família. Ali, eles foram batizados, fizeram a primeira comunhão e a crisma; ali, os pais de ambos também se casaram. O mesmo altar, a mesma cidade que representa família.
No fim, a nossa história é isso: leveza e coincidência, estrada de terra e pizza no forno, ansiedade e calma, São Paulo e Salesópolis , Turim e roça, dois jeitos de ver que viraram um “nós”.
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